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Os desafios da pesquisa no Brasil e as discussões sobre a Fosfoetanolamina

7 de outubro de 2016

Antes de falarmos sobre investimento em pesquisa no Brasil, é preciso compreender a real importância do tema, seja no aspecto humanista – a busca pelo conhecimento, ou no aspecto prático, a pesquisa como trampolim para a inovação e para o desenvolvimento da sociedade.

A ciência pode influenciar a vida das pessoas. E pode melhorar a qualidade de vida da população substancialmente. De acordo com dados do Banco Mundial, o Brasil é o único país do continente que destina mais de 1% de seu PIB em pesquisa e desenvolvimento. Em 2010, a cifra foi de 1,16%, enquanto o líder mundial, Israel, investiu 4,35% de seu PIB.

A pesquisa no Brasil entrou em pauta nos principais meios de comunicação do país diante da repercussão da distribuição de fosfoetanolamina para fins terapêuticos no tratamento do câncer. A chamada “Pílula do Câncer” gerou polêmica porque não cumpriu todas as etapas necessárias de pesquisa para que um novo medicamento seja registrado no Brasil.

Pela pressa de um tratamento que responda com maior velocidade aos problemas do paciente com câncer, muitas pessoas pressionaram o poder público para que a fosfoetanolamina fosse liberada. O problema é que isso põe em evidência uma realidade, pouco se sabe sobre a necessidade de se fazer pesquisa até que uma tese seja validada. Esse também é um grande desafio, conscientizar sobre pesquisa para elucidar os impactos que a falta dela pode trazer para a sociedade.

Para elucidar essas questões sobre a Fosfoetanolamina, a Oncológica Ensino e Pesquisa, por meio do Dr. Luis Eduardo Werneck, médico e pesquisador em oncologia, e os coordenadores do instituto, Jonathan Souza Sarraf, Thiago Farias Câmara e Taynah Cascaes Puty publicaram artigo de opinião intitulado “Uso Inadvertido da Fosfoetanolamina Sintética no Brasil: Por que se preocupar?”, na Revista do INCA – Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o link abaixo

Artigo publicado na Revista do INCA – Volume 62 n° 1